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Huawei promete smartphone de US$ 150 até fim do ano







Para CSO da empresa, Guo Ping, preço alto dos equipamentos é um dos principais entraves para evolução do mercado






No melhor estilo chinês, o CSO da Huawei Technologies e chairman da Huawei Devices, Guo Ping, fez uma apresentação metódica e baseada em provérbios clássicos do seu país, durante o World Mobile Congress
em Barcelona. Comparando a ascensão do mercado de telefonia móvel com a
chegada da primavera no hemisfério norte, o executivo aposta que até
2014 o número de usuários de banda larga deve ser multiplicado por dez.




Mas, para ele, um dos principais entraves para a evolução do setor de mobilidade está relacionado com os preços elevados dos smartphones. "Um equipamento de US$ 150 e que ofereça ao usuário a mesma experiencia que o iPhone
provê é o futuro do mercado." Ping assegurou que a sua empresa lançará
um produto com estas características até o fim deste ano. Para isto,
quer fechar parcerias para personalização da linha de produtos.

 

Outra aposta da Huawei é a migração de redes e plataformas múltiplas
para um ambiente único e integrado, além de equipamentos que ofereçam
um uso otimizado de energia. "Para baratear custos, é importante que o
cliente opte por uma plataforma de cloud computing
unificada, que permite aumentar o uso dos recursos da rede para 80%, se
comparado aos 20% do modelo tradicional", comentou o CSO, adicionando
que, em 2009, os contratos de venda da Huawei atingiram US$ 5 bilhões,
com a área de cartões de dados responsável pela maior fatia da receita.

 

Setores em alta

Com a expectativa de que existam 50 bilhões de equipamentos
móveis conectados nos próximos cinco anos, o presidente e CEO da
Ericsson, Hans Vestberg, aposta nas verticais de logística e saúde como
as mais promissoras. "Estamos virando a página e os anos seguintes
serão decisivos para o mercado de comunicações móveis", projetou o
executivo durante palestra.



Nesse sentido, Vestberg aposta no fechamento de parcerias estratégias
para ganhar competitividade, o que inclui acordos não somente com a
iniciativa privada, mas também com o setor público. Para o CEO,
colaboração é a palavra-chave para o sucesso das empresas do setor,
enquanto os desafios mais importantes estão relacionados com questões
de gerenciamento e padronização das redes.



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